AS ROTINAS

a) Em auditoria:

constatar a adequabilidade das coberturas securitárias de pratrimônios em evolução e/ou contínua mudança;
verificar a ótima relação custo/benefício refletida nas contratações de seguros auditados;
evidenciar o trabalho de corretoras de seguros indicando as de melhor reputação, eficiência e serviços;
prevenir, por ação ou omissão do segurado, uma deficiência de cobertura de seguro para um risco específico;
permitir a participação do segurado nos lucros das apólices nos ramos compatíveis;
assegurar adequada recuperação do seguro em um eventual sinistro.



b) Em assessoria:


otimizar as contas "seguros" em termos correntes - custo/benefício - de ordem comercial e técnica;
aprimorar as normas aplicáveis de gerência de risco e prevenção de sinistros;
formular uma política seletiva de seguradoras e cosseguradoras;
constituição e implantação de um comitê de seguros dentro do conceito de administração aplicável à empresa;
compatibilizar a rápida liquidação de sinistros, aproveitando os termos do contrato e da legislação pertinente;
orientação completa ao segurado das implicações técnicas e comerciais de cada contrato de seguro firmado;
veiculação contínua dos produtos emergentes no mercado segurador, tornando-os acessíveis aos segurados potenciais;
disponibilizar o Departamento de Engenharia da MDS Brasil/Miral, visando a perfeita avaliação dos bens patrimoniais,
para efeito de seguro.

c) Nas rotinas de análise de riscos:


Identificação dos riscos
obter uma listagem, a mais ampla possível, das possibilidades de acidentes de causa fortuita, que possam causar perdas à organização. Essa identificação compreende:

o conhecimento dos ativos (tangíveis e intangíveis);
fontes de receitas (diretas e indiretas);
conhecimentos das responsabilidades potenciais da organização, bem como os danos acidentais que seus funcionários possam vir a
  sofrer ou causar.

Métodos usados:
check-lists (roteiros básicos);
fluxogramas;
balanços contábeis e outros registros utilizados;
contratos;
inspeções de segurança;
investigações de acidentes ou quase-acidentes;
entrevistas;
outros.

d) Análise do risco:


A análise envolve a busca da determinação das probabilidades de frequência do risco e a sua possível intensidade, isto é, o impacto do evento na capacidade financeira da organização, com análise de suas possíveis ramificações em termos de consequências. Essa análise busca a mensuração do risco também no que diz respeito a magnitude (valor) das perdas (conceito de dano máximo provável e perda máxima possível).


e) Tratamento do risco:

eliminar/evitar o risco;
redução/controle do risco.

Programas e ações específicas tais como:
Programa de manutenção, treinamento e limpeza;
Formação e treinamento de brigada de incêndio;
Programa e campanha de prevenção de acidentes;
Instalação de equipamentos de prevenção e combate a incêndio;
Programa de controle de qualidade com inspeções de segurança.

Retenção/absorção do Risco:
Algumas organizações criam fundos de reserva com o propósito de assumirem parte do risco segurável, gerenciando franquias previamente escolhidas para seus seguros. Na técnica de gerenciamento de riscos, “auto-seguro” pressupõe fluxo de caixa para fazer frente às perdas.


f) Operacionalização:

Determinar, em conjunto com o segurado, a(s) seguradora(s) que participarão da campanha, escolhidas através de uma concorrência específica.


g) Acompanhamento e suporte técnico:

Emissão das apólices e constante manutenção das mesmas.

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